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 PESCA  EM  ITAPOÁ, SANTA CATARINA,  BRASIL !.

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Pesca em Itapoá.

 

  

 

Colônia  de  pescadores  Z - 01  Itapoá – SC,  Litoral  norte  do  Estado  de  Santa Catarina. Os pescadores utilizam  na pesca em mar aberto próximo da costa, canoa a motor feita somente com um único tronco de árvore, com eixo fixo para facilitar o translado  até  a  margem  da  praia,  tendo  como  apetrecho  de  pesca as redes.

 

O  litoral  Catarinense é  rico em peixes, e proporciona  ótimas oportunidades  para  pesca.  Conheça   algumas   das   espécies  que   habitam   nossas   águas,   suas características e dicas de como  pescá-las.  Boa  sorte  na  sua próxima pescaria!.

 

Resultado da XV Gincana de Pesca Embarcada (2008) clique aqui.

 

Resultado da XIV Gincana de Pesca Embarcada (2007) clique aqui.

 
 

ALUGUEL DE BARCOS PARA PESCA OU PASSEIOS

 

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Marinha do Brasil !

IBAMA

Confira a Tábua de Marés em sua região.
 
 
Escolha A Localidade: Mês: Ano:
Fonte: DHN

Anchova Nome Científico: Pomatomus saltador
Características: Pode ser encontrada em toda a costa leste, ao redor das ilhas mais afastadas da costa. Deve-se utilizar equipamento de ação média/pesada, composto por uma vara para linhas de 10 a 25Lbs, carretilha ou molinete com capacidade de 100m de linha de 0,40mm de diâmetro e iscas artificiais de meia água tamanho grande (aproximadamente 25cm). Procede-se arremessando-se em direção às pedras, deixando a isca cair na espuma formada pela arrebentação das ondas , recolhendo-se rapidamente como se fosse um pequeno peixe em fuga. A anchova é um peixe que briga limpo, porém costuma dar grandes arrancadas que podem estourar a linha. Por isso regule a embreagem da carretilha para cansar o peixe.

Badejo Mira

Nome Científico: Mycteroperca Rubra. 

Características: Corpo robusto, alongado e de pequeno a médio porte. Coloração marrom-escuro, um pouco mais claro no ventre, com manchas claras irregulares. Apresentam estrias escuras onduladas na cabeça, do olho para trás. Os grandes espécimes apresentam coloração marrom-escura uniforme. Normalmente medem 50 cm de comprimento, pesando em torno de 2 Kg. Preferem águas quentes, e no inverno procuram regiões mais fundas. Vivem em fundos de pedra ou areia. São solitários ou vivem em pequenos grupos, junto ao fundo ou perto de tocas e rachas. Muito curiosos, costumam "encarar" os mergulhadores. São carnívoros vorazes, atacando cardumes de sardinhas, manjubas e toda a sorte de peixes pequenos e crustáceos.

Equipamentos: Equipamentos do tipo médio/pesado a pesado. As linhas devem ser de 17 a 50 lb. e altamente resistentes à abrasão, para evitar que se rompam ao atrito com as pedras. Recomenda-se o uso de linhas Kevlar (multifilamento). No caso de se usar monofilamento, é indispensável um líder com linha mais grossa. Os anzóis devem ser resistentes: n° 5/0 a 10/0. Deve-se usar chumbo tipo oliva para manter a isca no fundo. O uso de empates de aço é opcional. Iscas: Iscas naturais, peixes inteiros ou em filés (sardinhas, bonito etc.). As iscas artificiais, como jigs, plugs de meia água, shads, grubs e camarões artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo. As cores verde e amarelo fortes são as preferidas.


Badejo Quadrado Nome Científico: Mycteroperca Bonaci
Características: Possui corpo robusto, alongado e de grande porte. Fronte larga e alta. Coloração marron-escuro com grandes manchas escuras retangulares no dorso e flancos (daí vem o nome badejo-quadrado), margem das peitorais alaranjadas. Alcança 1,20 m podendo pesar mais de 80 Kg. O encontramos em fundos de recifes de coral ou rochosos, bem afastados do litoral,  e somente os menores se aproximam da costa. São encontrados solitários ou aos pares, dentro das tocas ou em grupos de 5 a 10 junto às pedras do fundo. Alimentam-se de pequenos peixes, crustáceos e invertebrados. Os espécimes jovens podem ser vistos em águas relativamente rasas, enquanto os adultos permanecem abaixo dos 20 m de profundidade.
Equipamentos: Equipamentos do tipo médio/pesado a pesado. As linhas devem ser de 17 a 50 lb. e altamente resistentes à abrasão, para evitar que se rompam ao atrito com as pedras. Recomenda-se o uso de linhas Kevlar (multifilamento). No caso de se usar monofilamento, é indispensável um líder com linha mais grossa. Os anzóis devem ser resistentes: n° 5/0 a 10/0. Deve-se usar chumbo tipo oliva para manter a isca no fundo. O uso de empates de aço é opcional. Iscas: Iscas naturais, peixes inteiros ou em filés (sardinhas, bonito etc.). As iscas artificiais, como jigs, plugs de meia água, shads, grubs e camarões artificiais devem ser trabalhadas junto ao fundo. As cores verde e amarelo fortes são as preferidas.

Baiacú Nome Científico: Sphoeroides Spenglers
Características: Corpo robusto e alongado, com cabeça grossa e rombuda. Olhos grandes e salientes. Dorso cinza a marrom, com algumas manchas escuras, flancos claros e uma série longitudinal de manchas escuras arredondadas, do focinho ao caudal, ventre branco. Medem de 10 a 15 cm de comprimento. Vivem nas regiões costeiras em águas rasas, em fundos de areia, cascalho e rochas. Alimenta-se de crustáceos, principalmente siris e caranguejos, moluscos e peixes mortos. Nadam lentamente e vivem normalmente solitários. Carne saborosa porém requer cuidados na limpeza e preparo, devido ao veneno mortal.

Bagre Nome Científico Bagre marinus
Características: Peixe de couro; corpo achatado, como na maioria dos peixes de hábitos bentônicos; nadadeiras peitorais e dorsal com três espinhos. A coloração varia do cinza azulado ao amarelo. Os maiores exemplares alcançam 1m de comprimento total e cerca de 5kg. A família só tem representantes na costa do oceano Atlântico. Freqüenta as praias, estuários, manguezais, foz de rios e entram na água doce para desovar. Não é encontrado em águas muito profundas, em geral até 50m. Normalmente forma grupos de 5 a 100 indivíduos. Alimenta-se de pequenos peixes e animais bentônicos. Após a desova, os machos incubam os ovos na boca. É um peixe de hábito crepuscular e noturno, mas, nas águas turvas, é possível capturá-lo durante o dia. Tem certa importância comercial, principalmente na região Sudeste. Os grandes exemplares são capturados pela pesca esportiva, na modalidade de arremesso.
Equipamentos: Equipamentos médio e médio/pesado. As linhas mais utilizadas são as de 8 a 25 lb. e os anzóis de n° 1/0 a 6/0. Iscas: Iscas naturais, como sardinha, camarões, lulas e moréias dos manguezais são as preferidas. Não se tem informações sobre sua pesca com iscas artificiais.

Betara Nome Científico: Menticirrhus americanus
Características: Peixe de escamas; corpo alongado e comprimido; boca voltada para baixo; barbilhão curto e duro na mandíbula. A coloração é prateada, com manchas escuras alongadas sobre a cabeça, o dorso e os flancos; o ventre é esbranquiçado. Dificilmente ultrapassa 60cm de comprimento total e 1,5kg. Pode ser capturado de dia e à noite. É um peixe muito comum ao longo do litoral brasileiro, com maior ocorrência na região Sudeste. Habita os canais que se formam nas praias arenosas, sendo que os indivíduos adultos ficam no fundo e os jovens nas águas mais rasas. Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos, moluscos e minhocas, que ficam expostas pela ação das ondas. Existe uma outra espécie de coloração mais escura, que costuma freqüentar os canais dos estuários. A carne é muito saborosa, mas é consumida principalmente por pessoas que conhecem bem esse peixe, como os pescadores amadores.
Equipamentos: Equipamento de ação leve; linhas de 6 a 10 lb.; anzóis pequenos de n° 12 a 16. Como a boca desse peixe é voltada para baixo, as pernadas devem manter os anzóis bem perto do fundo. Iscas: Somente iscas naturais, como camarão, minhoca de praia (a mais eficiente) e moluscos.

Cação Nome Científico: Carcharrhinus spp
Características: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam praias, costões e parcéis, onde vivem em constante movimento procurando alimento. São estritamente carnívoros. Deve-se utilizar varas de ação média pesada para linhas de 10 a 25Lbs, carretilhas ou molinetes com capacidade para armazenar 100m de linha com 0,40mm de diâmetro e anzóis com tamanho variando entre 3/0 e 8/0, de preferência encastoados. Qualquer isca de peixe, de preferência sangrando, será eficiente, devido ou paladar carnívoro deste peixe.

Corvina

Nome Científico: Plagioscion spp.
Características: A família é principalmente marinha, mas possui vários representantes na água doce, sendo o gênero Plagioscion o mais comum. Peixes de escamas; coloração prata azulada; boca oblíqua, com um grande número de dentes recurvados e pontiagudos. Possui dentes na faringe e a parte anterior dos arcos branquiais apresenta projeções afiadas com a margem interna denteada. Alcança mais de 50cm de comprimento total. Espécies de fundo e meia água, sedentárias, que formam grandes cardumes. Alimentam-se de peixes e camarões, com predominância de um ou outro dependendo do local. Espécies muito apreciadas pela carne branca e delicada
Equipamentos: O equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17 e 20 lb. É aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. O anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0. Iscas: Principalmente iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros (lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Ocasionalmente, podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs.

Garoupa Nome Científico: Epinephelus guaza
Características: É uma das famílias de peixes com maior variedade de espécies em nosso litoral. Em geral possuem corpo robusto e porte considerável, cabeça larga e grande, ventre geralmente protuberante e cauda arredondada. A coloração varia em tons pardos, mais escuros no dorso, com manchas espalhadas pelo corpo em alguns indivíduos. Medem de 30 cm a 60 cm de comprimento, podendo atingir até um metro em algumas espécies. As mais comuns são: Garoupa-Verdadeira, Garoupa-Pintada, Garoupa-de-São-Tomé e Garoupinha. Espécie costeira de águas rasas, encontradas em fundos de recife ou rochosos, vivendo solitárias ou em grupos de 2 ou 3 indivíduos em tocas e fendas do fundo. São encontrados geralmente dentro de tocas ou fendas do fundo do mar. Peixes territoriais, defendem vigorosamente seu espaço da aproximação de outros peixes. Costumam sair da toca apenas para se alimentar ou afugentar um intruso, voltando rapidamente ao menor sinal de perigo. Alimentam-se de crustáceos e pequenos peixes. Extremamente vorazes, engolem suas as presas inteiras.
Equipamentos: Equipamentos do tipo médio/pesado a pesado, mesmo para os pequenos exemplares, porque os peixes costumam se entocar após serem fisgados. A vara deve ser dura para evitar a corrida do peixe. As linhas devem ser altamente resistentes à abrasão, como as confeccionadas em kevlar (multifilamento), com resistência variando de 20 a 70 lb. Por causa da boca grande, os anzóis devem ser de n° 6/0 a 12/0. Não é preciso encastoar o anzol.  Iscas: Iscas artificiais que trabalhem mais no fundo, como os plugs de barbela longa (crankbaits) e jigs. Iscas naturais de sardinhas, bonitos e atuns também são atrativas, principalmente quando estão estragadas.

Linguado Características: Corpo de formato oval e achatado, com os dois olhos colocados no lado esquerdo. Coloração marrom-escura na parte superior e branca na inferior, porém varia muito em função do mimetismo que o peixe é capaz. Medem em média de 30 a 50 cm de comprimento, pesando de 2 a 3 Kg. Vivem em águas costeiras rasa e quentes, procurando locais mais fundos quando cai a temperatura. Usam o mimetismo para se camuflar contra os predadores. Alimentam-se de crustáceos e moluscos.

Miraguaia Nome Científico: Pogonias cromis
Características: Peixe de escamas; corpo alongado, um pouco achatado; focinho obtuso e reto em sua parte anterior, boca inferior. A coloração do dorso varia de cinza a marrom escuro ou preto, o ventre é mais claro. Os jovens são mais claros e apresentam 4-5 faixas escuras verticais, que se confundem com a cor geral, cada vez mais escura à medida que crescem. Alcança 1,7m de comprimento total e 50kg.
Equipamentos: Equipamento do tipo pesado/médio pesado com carretilha/molinete para 300m de linha; linhas até 35 lb.; e, anzóis de n° 4/0 a 7/0. Iscas: Iscas naturais, como mariscos, caranguejos, moluscos, camarões e tatuís.

Merluza Nome Científico: Merluccius spp
Características: A Merluza têm poucas espécies, mas é um grupo de expressiva importância econômica, pois mais de seis milhões desses peixes são consumidos anualmente em todo mundo.

Mero Nome Científico: Epinephelus itajara
Características: Podem ser encontrados em todo o litoral brasileiro. Freqüentam locais com fundo de pedra e grandes tocas. Podem atingir grandes dimensões e pesar até 250 Kg. Como este peixe é muito grande, não tem predador natural, não fugindo de mergulhadores que facilmente matam estas ingênuas criaturas. Deve-se utilizar equipamento pesado, composto por uma vara para linhas de até 50Lbs, carretilhas ou molinetes com capacidade para 100m de linha com 0,80mm de diâmetro e anzóis com tamanho acima de 8/0. As melhores iscas são peixes inteiros com tamanho de até 40cm.

Pargo Nome Científico: Lutjanus purpureos
Características:  Corpo achatado e alto, parecido com o pargo, cabeça curta. Boca pequena com dentes robustos. Coloração cinza-prateada no dorso, flancos esverdeados com faixas verticais distintas formando manchas prateadas, ventre branco. Apresentam uma mancha escura alongada do olho até o canto da boca e outra pequena mancha escura na parte superior da base da peitoral. Normalmente medem de 20 a 30 cm de comprimento com peso de 1 a 2 Kg, podem chegar a 50 cm. Espécie costeira de águas relativamente rasas e pouco profundas. Vive próxima de fundos coralinos, rochosos e/ou arenosos.

Peixe Galo Nome Científico: Selene vomer
Características: Na coluna d' água, próximo a fundos de areia e cascalho, em águas costeiras. Formam cardumes não muito numerosos, os maiores em grupos, pares ou solitários. Difíceis de observar, pelo perfil anterior estreito e flancos que refletem o ambiente. Comem peixes e crustáceos. Os jovens formam cardumes sob o fundo de areia próximo à praia. Podem atingir 50 cm. Utilize equipamento leve; linhas de 0,20 a 0,35; anzóis de nº 8 a 4. As iscas podem ser naturais (minhoca de praia, tatuíra, pedaços de camarão morto e sardinhas) ou artificiais (jigs branco e amarelo).

Porco Nome Científico: Balistes vetula
Características: Habita fundos rochosos e coralínos, e nas áreas arenosas próximas. Cor variando de verde-azulado a amarelo-cinza ou marrom esverdeado. Um círculo azul em volta da boca, com ramo para trás, estrias amarelas com centro azul irradiam-se do olho. Atinge até 60 centímetros. Peixe não capturado por alguns caçadores devido a não ser considerado um peixe esportivo. Fácil de se pescar e quase impossível de se rasgar devido a sua pele(couro). O pescador tem que ter cuidado ao manusear este peixe, pelo fato de que esse peixe tenta morder tudo que vê pela frente. Não causam muitos estragos, mas faz pequenas feridas que doem muito.
 

Pampo Nome Científico: Trachinotus spp.
Características: Corpo bastante alto e achatado, ovalado com o perfil arredondado. Os raios anteriores da dorsal e anal são prolongados. Coloração cinza no dorso, flancos prateados com reflexos amarelados e ventre branco-amarelado. Em média medem de 40 a 80 cm de comprimento e pesam de 5 a 15 Kg, podendo atingir até 1,2 m e 40Kg. Frequentam as costas, de preferência rochosas e batidas pelas ondas, podendo ser encontrados em águas rasas ou profundas, também dentro de largas tocas. São encontrados normalmente solitários, os juvenis formam pequenos cardumes. A desova ocorre em águas oceânicas. Alimentam-se de moluscos, crustáceos, pequenos peixes e ouriços.
Equipamentos: Na pesca de praia, a vara deve ser proporcional ao tamanho do pescador para que os arremessos sejam mais precisos e de maior alcance. Em geral, a vara deve ter mais de 3 metros, mas o ideal é que ela tenha o dobro do tamanho do pescador. É importante que a carretilha ou o molinete tenha uma grande capacidade de armazenar linha, já que, muitas vezes, o local de pesca está longe e quando o peixe é grande leva muita linha antes de se entregar. A linha ideal é a 0,20-0,25mm (até 12 lb.), que pode ser armazenada em maior quantidade e oferece menor resistência, tornando a briga mais equilibrada. Não é necessário o uso de empates ou de linha muito grossa nas pernadas, porque os dentes destes peixes são pequenos e não cortam a linha. Os anzóis devem ter a haste curta e o colo maior, para se acomodarem melhor na boca do peixe, o que torna a fisgada mais eficiente. Iscas: Iscas naturais, como camarão, mexilhão sem casca, cernambi e a tatuíra, que é a isca preferida dos grandes exemplares. Em geral, a isca deve ser do tipo mais comum no local de pesca.

Parati Nome Científico: Mugil Curema

Características: Corpo alongado, fusiforme e robusto. Dorso cinza-azulado a esverdeado, flancos prateados e ventre claro. Apresentam uma pequena mancha negra na região superior da base da peitoral. Segunda dorsal e caudal enegrecidas na extremidade. Medem de 25 a 35 cm de comprimento e pesam de 0,5 a 1 Kg, podendo atingir até 45 cm. É uma espécie costeira de águas rasas, nadando perto da superfície, nas áreas de recifes, praias, estuários e lagoas salobras.  São encontrados em pequenos a grandes grupos nadando em águas calmas. Alimentam-se de algas e microorganismos encontrados no lodo e na areia.


Pescada Nome Científico: Cynoscion sp.
Características: Peixes de escamas. Na costa brasileira ocorrem mais de 30 espécies de pescada. Entre as características mais interessantes desse grupo está a capacidade de produzir sons por músculos associados à bexiga natatória. As espécies mais comuns são a pescada-amarela Cynoscion acoupa, que pode alcançar 1m e 30kg e tem a cor amarela, e a pescada-olhuda, de coloração prateada e olhos grandes, que alcança no máximo 50cm.
Equipamentos: Equipamento do tipo médio/pesado para a pescada-amarela; linhas de 14 a 25 lb.; anzóis 2 a 3/0. Para a pescada-olhuda, o equipamento é leve; linhas 0,30 a 0,45; e, anzóis de n° 6 a 1/0. Deve-se usar chumbo de correr quando os peixes estão mais ao fundo, ou bóia quando estão na superfície. Iscas: Quase exclusivamente com iscas naturais de camarão vivo e peixinhos como manjubas e moréias do manguezal. Iscas artificiais podem ser plugs de meia água e jigs.

Prejereba Nome Científico: Lobotes surinamensis
Características: Peixe de escamas; corpo alto e comprimido; cabeça pequena, e nadadeiras dorsal e anal alongadas e arredondadas, quase atingindo o final da nadadeira caudal. Esta característica dá o nome em inglês tripletail, ou seja, cauda tripla. A coloração é marrom, com reflexos brancos ou cinza esverdeado. Alcança cerca de 80cm de comprimento total e 15kg.
Equipamentos: Varas de ação média/pesada; linhas de 10 a 25 lb.; e anzóis de n° 1/0 a 6/0, já que o peixe tem a boca pequena. Iscas: Iscas naturais, como sardinha, e artificiais, como plugs de superfície, meia água e jigs trabalhados na superfície.

Raia Nome Científico:
Características: A Raia também chamada de Arraia, é um peixe da mesma subclasse dos tubarões, dos quais difere pelo formato achatado de corpo e pela localização das fendas branquiais na sua face ventral.
 

Robalo Nome Científico: Centropomus spp.
Características: Peixes de escamas. Das seis espécies de robalo encontradas no oceano Atlântico, quatro são capturadas no litoral do Brasil, destacando-se principalmente o robalo-flecha Centropomus undecimalis e o robalo-peva Centropomus paralellus. Ambas possuem o corpo alongado e comprimido e a mandíbula inferior saliente. O robalo-flecha é a maior espécie da família, alcançando 1,2m de comprimento total e 25kg. A coloração do dorso é acinzentada com reflexos esverdeados e o ventre é esbranquiçado. A linha lateral é uma listra longitudinal negra que se estende ao longo do corpo até o final da nadadeira caudal. O robalo-peva é menor, alcançando 50cm de comprimento e 5kg. Apresenta o dorso cinza esverdeado e os flancos prateados.
Equipamentos: Equipamento médio/pesado; linhas de 14 a 25 lb., atadas a um arranque de linha mais grossa, com, no mínimo, dois metros, pois, depois de fisgado, o robalo procura proteção entre os galhos e locas. Iscas: As melhores iscas são de camarão e peixinhos vivos, que podem ser arremessadas nas margens ou serem usadas na rodada, próximas ao fundo. As iscas artificiais como plugs, tanto de superfície quanto de meia água, jigs e shads também são bastante produtivas e devem ser trabalhadas junto aos troncos e galhadas nas margens.

Sargo Nome Científico: Archosargus probatocephalus
Características: Peixe de escamas; o corpo é ovalado e um pouco comprimido. A coloração é cinza esverdeado com 6-7 faixas verticais ao longo do corpo, começando na cabeça e terminando no pedúnculo caudal. As nadadeiras caudal e peitorais são amareladas. Alcança 75cm de comprimento total e 8kg. Existe uma outra espécie, conhecida como sargo-de-beiço, por causa dos lábios grossos. Espécie costeira, vive em águas rasas com fundo de pedras ou corais, por onde nada em pequenos cardumes. Freqüenta as águas salobras dos estuários. Alimenta-se principalmente de crustáceos e moluscos. A carne é de excelente qualidade, mas como é um peixe difícil de capturar não é muito freqüente nos mercados. Por brigar muito quanto fisgado, é bastante apreciado pelos pescadores esportivos.
Equipamentos: Equipamento médio/médio pesado; linhas de 17 a 20 lb.; anzóis pequenos e resistentes. É importante o uso de líderes de 35 a 40 lb. Iscas: Iscas naturais, como moluscos e camarões. Também pode ser pescado com jigs.

Taínha Nome Científico: Mugil brasiliensis
Características: Peixe de escamas. Mugil brasiliensis é a maior tainha que ocorre no Brasil. O corpo é alongado e fusiforme; a cabeça um pouco deprimida; a boca pequena. As escamas são grandes e apresentam pequenas máculas escuras que formam listas longitudinais ao longo do corpo. Não possui linha lateral. A coloração é prata azulada nos flancos, sendo o dorso mais escuro. Os indivíduos maiores alcançam mais de 1m de comprimento total e cerca de 8kg.
Equipamentos: Equipamento de ação leve a média para os grandes peixes; vara simples ou com molinete/carretilha; os anzóis devem ser afiados, n° 14 a 20; as linhas de 8 a 14 lb. Iscas: Miolo de pão e algas filamentosas enroladas no anzol.

Xaréu Nome Científico: Caranx hippos
Características: Peixe de escamas; corpo ovalado e comprimido; cabeça volumosa e alta; focinho arredondado; olhos relativamente grandes; nadadeira peitoral longa, ultrapassando a origem da nadadeira anal. A linha lateral é muito curvada apresentando carenas no final (as escamas da linha lateral são modificadas em escudos). O pedúnculo caudal é muito fino com duas quilhas. A coloração é azulada no dorso, os flancos são prateados com nuances douradas e o ventre amarelado. Possui uma mancha preta na nadadeira peitoral e outra no opérculo. Os indivíduos jovens possuem cinco faixas verticais escuras no corpo e uma na cabeça. Alcança mais de 1m de comprimento total e cerca de 25kg.
Equipamentos: Equipamento do tipo médio a médio/pesado para os grandes exemplares; varas de ação rápida; linhas de 10 a 25 lb.; e anzóis de n° 1/0 ao 6/0. Iscas: Iscas naturais, como sardinhas, paratis e tainha, e artificiais, como jigs e plugs de superfície e meia água.